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Phisis Ateliê

Materializando praticidade e magia

para almas livres desde 2012!

Quem é a Gih do Phisis?

Essa pergunta incômoda é tão importante quanto o ar que respiro, mas hoje eu só sei responde-la, devido à trajetória de ter a minha marca pessoal. Eu faço da minha arte um movimento mágico de revolução e empoderamento para almas livres. Aqui, te convido para uma experiência única de encontro com a sua própria essência e te incentivo a iniciar um processo de aceitação do seu verdadeiro ser. Te ofereço uma pequena dose de coragem para se expressar, em um ato libertário de buscar aquilo que te faz único(a) e ir na contramão da padronização enraizada na nossa sociedade.
 


Mas para que você entenda quem sou, é necessário decorrer aqui alguns capítulos do meu caminhar de autoconhecimento. Primeiramente, prazer, aquariana com ascendente em touro e lua em leão; o tipo de pessoa que se mantém teimosamente firme nos caminhos que escolhe. Desde muito cedo, me vi tendo que tomar minhas próprias decisões perante os desafios da vida, o que me permitiu construir valores morais e éticos bem definidos, mas também gerou um amadurecimento precoce. E acredito que, quando isso ocorre na vida das pessoas, surge uma necessidade urgente de encontrar uma válvula de escape. A minha é a música eletrônica: desde o meu primeiro contato, sinto que esse é o estilo que mais vibra em ressonância com a minha energia.

Dançar me faz extravasar, é uma conexão que possibilita olhar pra dentro, transmutar o peso em leveza, sem julgamentos; percebendo as dores e delícias de ser quem sou. Com isso, consigo ouvir o que meu coração pede, escolher melhor e valorizar essas escolhas. Foi na cultura trance que encontrei minhas filosofias, a minha originalidade. É o meu estilo de vida, o que me representa. E foi em um festival, na beira da praia, que me peguei segurando um bracelete de couro e concluindo que também era capaz de fazer esse tipo de arte; então pensei que, se meu dinheiro viesse dessa forma de trabalho, eu seria muito mais feliz. Foi aí que nasceu o sonho de empreender.

Eu sempre tive uma paixão por inventar coisas, pintar, construir, adornar e reutilizar. Mas nós somos ensinados a seguir padrões e, por muito tempo, tentei me encaixar em um estilo de vida considerado como de sucesso, buscando construir uma carreira nas áreas de administrativo, financeiro e controladoria. Nessa época, eu me via afundada em uma rotina extremamente estressante, infeliz, e sinceramente, temia pela minha saúde emocional. Mas a sincronicidade da vida sempre me apontou sinais, até que a ficha caiu e eu decidi priorizar o meu bem-estar, trabalhar para mim e por amor. Entendi que não vale a pena focar apenas no dinheiro, porque dessa vida não levamos nada, o que importa é o que deixamos no caminho e no coração das pessoas com quem trocamos energia ao longo da jornada.
 

Nesse ponto, eu senti meu chamado de vida, enxerguei nas minhas mãos o poder de mudar a realidade ao meu redor e tive a necessidade urgente de ir atrás daquilo que fazia o meu coração vibrar: em novembro de 2012, investi a minha rescisão no meu sonho e nasceu o Phisis Ateliê. Fiz um curso de acabamento em couro e um workshop de acessórios, iniciando uma produção de colares, braceletes, brincos e anéis. Mas logo adaptei as técnicas aprendidas de montagem industrial para a produção artesanal, desenvolvendo meu próprio acabamento e um design autoral. Com o tempo, fui investindo cada vez mais na qualidade e durabilidade estendida das peças, motivada por uma filosofia de conscientização no consumo da moda.

Não se trata de concorrência, nunca me vi como uma pessoa competitiva, hoje meu foco é me superar a cada dia. Sempre foi parte da minha essência fazer as coisas com capricho: não me permito produzir algo que vai ter um descarte em pouco tempo de uso, que vai ser jogado no lixo daqui um ano. A gente tem que pensar que não é só o couro; tem zíper, pedra, forro e ferragens. Então, através do meu trabalho, busco incentivar as pessoas a pensar na nossa responsabilidade pelo planeta em que vivemos, e a mudar pequenos hábitos que fazem toda a diferença, como investir em produtos atemporais, com qualidade e durabilidade. Nesse ponto, eu me posiciono na ideologia do slow fashion, valorizando a arte manual, a cultura local e o humano por trás desse trabalho, que carrega consigo uma história, um estilo e um conceito.

E não há palavras que descrevam a sensação presenciar um festival e encontrar clientes usando minhas criações depois de tanto tempo. Eu vejo cada uma delas como um capítulo da minha vida, um momento único de troca com outro ser humano, que agora carrega ali um pedacinho de mim. Por isso, desde o primeiro momento, também fiz questão de transformar o atendimento sob encomenda em uma experiência, permitindo que cada cliente escolhesse seus adornos de acordo com suas identificações pessoais. Eu uso da minha arte e intuição criativa para desenvolver um produto que represente aquela essência e passe a sensação de completude para quem vai usar. E tudo o que eu faço é com muito amor, o momento da costura, por exemplo, é um ritual: a cada nó, mentalizo e emano intenções positivas para a vida da pessoa que vai usar a peça, carregando minha arte de magia e semeando boas energias para faz parte dessa história.

Também faço desse processo criativo um momento para estar em conexão comigo mesma. As mãos vão trabalhando no automático e minha mente realiza um processo de cura e autocuidado: vou me analisando, buscando entender minhas dores, onde e como eu posso melhorar; é uma meditação ativa, um caminho do qual toda vez que olho para trás, sinto muito orgulho. E isso se reflete na entrega, todo feedback é uma confirmação de que esse cuidado com a personalização e com a qualidade, assim como a maneira com que coloco um pouquinho de mim em cada arte, são meus maiores diferenciais. E é nesse sentido que busco inspirar as pessoas ao meu redor, porque não tem nada melhor do que conseguir expressar o próprio jeito de ser: colocar sua essência para fora é algo muito libertador e que todo mundo é capaz de fazer.

Alerto, porém, que não é um processo fácil, nós não somos ensinados a nos livrar dos próprios fantasmas e prisões mentais. A única cobrança vem da própria consciência e tudo depende unicamente da nossa movimentação. Isso nos exige atitude, parar de reclamar e assumir o protagonismo necessário para fazer as coisas acontecerem. Mas sair da zona de conforto e se atrever a dedicar a própria vida a si mesmo é uma escolha mágica, porque você passa a fazer tudo com amor, reverberar amor e receber esse amor de volta. Sou muito grata pela oportunidade de trilhar esse caminho e espero conseguir te entregar mais do que originalidade, conforto e praticidade; mas fazer com que essa troca represente uma faísca de força e incentivo na sua jornada de autodescoberta, empoderamento e revolução.

Gisele Ribeiro

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